Talvez esse manual de instruções tenha chego muito tarde, mas acho importante que você saiba como proceder nesse espaço figurado…

Neste blog tente não levar tudo em consideração. Não busque significados de palavras por palavras. Não tente conectar uma paisagem aqui descrita com o que parece ser uma descrição passada. Aqui eu brinco com o tempo e faço que ele não seja linear. O significado disso tudo é tão extenso e único, que acaba por estar presente em diversos momentos que o presente, passado e futuro se mesclam em uma narrativa forte o suficiente que faz sentido – ou ao menos para aquele texto fará. Logo todo o conteúdo é o importante e não só em uma frase solta, e muito menos, uma palavra única!

Um Confessionário surgiu com a ideia de me confessar sobre um ponto de vista pessoal, porém sem saber o outro lado da moeda. Logo, eu jogo e brinco com as diversas possibilidades. Tento refazer diálogos e junto situações que parecem absurdas, mas naquela confissão elas estão de mãos dadas no mesmo momento – provavelmente nunca se viram na vida e nunca se conhecerão de verdade…

Deixe a mente viajar quando quiser entender o blog… Se não quiser entender nem se atreva! Isso aqui está milhas distantes da sanidade, anos-luz do concreto, não segue uma linha ordenada e está possivelmente mais fantasioso que a maior das fantasias. Isso ainda segue um pouco que havia na Melancholy Sickness sendo meu sentimento mais puro, interno e viajante possível… Mesmo sendo confissão, eu me tornei poeta para me permitir mentir e criar as verdades, que eu suponho serem necessárias para a minha lira e assim será sempre.

E mais importante, ninguém nunca estará aqui 100%…