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O peso não físico…

Apesar da mochila ser o item mais complicado de se manejar – e controlar – no Caminho, você acaba percebendo desde os primeiros passos que o peso carregado vai muito além das roupas e equipamentos…

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O encontro com o silêncio…

Como comentei há alguns capítulos, o meu momento predileto do dia era vivenciar o “despertar da vida com os primeiros raios de sol”…

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Os momentos de solidão…

Desde antes de fazer o Caminho de Santiago fui dessas pessoas que acreditava que o Caminho deve ser feito sozinho…

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Pequenas vitórias…

Acompanhando ao mesmo tempo o choque inicial e o entendimento de que o Caminho iria me ensinar muitas coisas, cheguei ao momento de deixar as tensões e preocupações de lado para desfrutar da jornada de forma intensa e transparente…

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Os primeiros tropeços e surpresas…

Admito que demorei para viver o Caminho de Santiago de maneira mais aberta e receptiva. Ainda carregava meus medos, anseios e tinha certa dificuldade em aceitar que as mudanças começavam a surgir na minha vida…

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As primeiras lembranças…

Meu despertador estava programado para as 5h20 da manhã, mas eu já estava desperto às 4h30. “Culpo” levemente a ansiedade por esse adiantamento no horário, mas sem nenhum problema…

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Os objetivos iniciais…

Com a motivação traçada, o plano feito e todos os itens da lista definidos, chegava a hora de começar a pensar na realidade dos meus objetivos para caminhar todos aqueles dias. Pode parecer banal, mas a primeira pergunta que fazemos é a famosa: Por que você está fazendo o Caminho?

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Como as vontades surgiram…

Não é apenas a minha opinião: se você buscar mais informações, verá que o Caminho é 70% mental e 30% físico…

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Introdução

Depois de um grande feito ou de uma grande jornada, é muito comum contarmos as histórias que vivemos durante aquele momento…

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