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E sem mais ou menos, o esperado…

Quando já nada vale a pena, a regra diz que seguir o jogo e apagar os movimentos é o resultado mais infalível…

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Da dura realidade despedaçada…

O candelabro se estilhaça em mil partes. Como meu corpo despedaçado, cada fragmento jamais se unirá novamente, e tudo se perdeu naquele breve instante…

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Eu estou aqui para dançar…

Se te falasse depois de anos que tudo foi a fantasia postada?

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Quando as ilusões ordenam nossa morte…

Fotos incendiadas no hall de entrada. Cinzas de uma lembrança que parecem resistir em desaparecer, como direções impostas por mapas aquém…

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De rainha ela era poetisa…

Ela sempre chegava cabisbaixa e procurava uma mesa escondida de todo mundo. Sempre rente ao banheiro feminino, mesmo ela sendo uma das poucas meninas dali…

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É uma definição de caos com paz…

São as fotos incendiadas no hall de entrada que ditam o cruel devaneio que foi o passeio no fim do dia…

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E finalmente os 42…

Chega a hora das badaladas que marcam a volta ao sol. É chegado o momento de comemorar os 42 anos…

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Quando os portões nunca se fecham…

São lembranças espedaçadas que giram em torno de conversas, risadas, escapadas e um pouco do álcool alegre. De combustível para tirar a timidez, até a dose exagerada que nos fez esquecer…

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Como consigo inspiração no cotidiano…

Meus textos mudam de tempos em tempos – seja pelo estilo ou até pelo cenário. É como um ciclo, mas nunca uma repetição…

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