Depois das ruas vazias, portas fechadas, medo extremo, incógnitas a mil e muitas perguntas… Tudo começou a voltar ao normal…
As portas se abriram novamente e os antigos sabores, perfumes e histórias voltaram a preencher as ruas. Depois de muito tempo os reencontros aconteceram, as lamentações e curiosidades passadas, foram compartilhadas entre um copo e outro, entre um pedido antigo e uma olhada nas notícias do agora. Depois de tanto tempo, as cores ganharam vida, os pequenos detalhes chamaram atenção e viraram protagonistas entre as primeiras visitas desse novo tempo, desse “novo normal” que todos comentavam…
Depois de uma pausa na história, de um ano que passou sem não ter o que contar, retomamos o apreço de refazer nossa rotina, voltar aos nossos locais prediletos e reviver os sabores e segredos que só a rua viva pode nos proporcionar. A rua cheia, compartilhando e cruzando vidas individuais, criando grupos inteiros e somando histórias pode fazer.
A vida não é feita apenas dela. É necessário o convívio. É necessário o compartilhamento de ideias. Sem isso nada existe. Era necessário reabrir para que a vida voltasse. Era necessário que a nossa vida voltasse a caminhar. É como esse ano e pouco que tudo fechou, não existiu… porque sem vida, não há presente e também não há futuro. E Deus queira que nunca mais passemos por algo parecido…
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