Author Matheus Monteiro

Como essa história começa…

Ele sabia que era uma atitude desesperada, mas havia algo naquele momento singular que pedia uma ação diferenciada…

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Redemoinho vespertino…

É um caos desornado à beira mar. Como um mar de impossibilidades, fagulhas e centeias que podem criar a destruição jamais sonhada…

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Fim de tarde em verão novo…

Havia naquele momento uma delicadeza fora de contexto. Quase que um combustível a ponto de combustão, mas para um lado que fosse controlável…

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A vida tinha que voltar…

Depois das ruas vazias, portas fechadas, medo extremo, incógnitas a mil e muitas perguntas… Tudo começou a voltar ao normal…

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Começou como uma simples fuga…

Ele gostava daquela sensação do seu copo enchendo e a língua enrolando uma frase mais completa. Era a hora do dia mais aguardada…

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E tudo ficou perdido em um olhar…

Os olhos cintilaram mais uma vez para acomodar a solidão fria. A boca, seca pela angústia, buscava o ardor refrescante nos pingos de saliva que ainda eram produzidos…

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O sol doura as peles infláveis…

Com os barulhos e a sensação de infinito eu pensei em você. Eu me revi ao seu lado, mesmo tudo sendo um sonho…

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5 anos…

Esse mês completo cinco anos de Um Confessionário. Um espaço que criei do nada e virou a minha obrigação mais prazerosa de fazer…

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Eu sou temporário…

Já escrevi aqui duas vezes sobre as minhas razões de partir e não ter raízes. E isso talvez seja a minha maior verdade, mas também um dos maiores defeitos…

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