Author Matheus Monteiro

O perigo de camuflar o amor…

Ela quis desabafar o incontrolável. Queria se abrir para um desconhecido de papel…

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E ela se entregou…

Foi o início de uma paixão louca, inconsequente e com toques cruéis de repetições desnecessárias…

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A descrição de uma foto da mente…

Os papéis de presente no chão. A música desconhecida. A feira de bugigangas. Os copos partidos…

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Desta carregada razão…

De uma janela violeta foi ditado o cântico do amor platônico…

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E por isso os ouvidos não escutam a mente…

O ar gélido congela a face fechada de alegria e agoniza na falta de lembranças…

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Não era para ser fantasia…

Um inferno astral que não relaxa até o último suspiro. Um giro solitário de um lobo fora de controle…

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Entre presentes e lembranças…

Sabia que a porta estaria aberta. Ela só fechava quando ia dormir. Era o seu jeito de sentir a liberdade…

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Era como um sonho de verão…

Era a lembrança do pecado volátil. O escape perfeito de uma tarde ensolarada com o beijo roubado na dobra da esquina…

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A estrada do amor finito…

Era uma estrada complicada demais para descrever e atravessar. As marcas marcavam profundamente durante um tempo maior que o normal…

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