Author Matheus Monteiro

Um epílogo perdido…

O livreto aberto ao acaso, faz o capítulo com a letra bordada e o início de uma poesia triste que já se sabe ser final…

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A floresta estava chamando…

Com um ritmo conhecido e uma máscara de demônio. Uma lágrima escorrida borrada de uma maquiagem e um pedido de desistência…

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O tempo desistiu enfim…

É um sol esquisito que brilha mais do que o princípio. É uma aquarela com tons indefinidos que percorrem o rio…

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Uma manchete já conhecida…

O copo esvaziou pela terceira vez, já eram mais de quarenta minutos de atraso e nenhum retorno. Ele entendeu que ela não viria…

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Foi sempre assim…

Sempre quis mais do mesmo, preferi do fim ao começo. As jangadas de emoção distantes ao som do mar fumegante. O princípio do consulado correto, príncipe de copas no carteado…

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De um sonho requintado…

Deste que teve todos os ingredientes possíveis, não teve realidade. Mas se é sonho, tem que ter a fantasia…

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Não é amor e sim uma tristeza…

E ela começou a se perder nas linhas que desenhou, para tentar fugir da inevitável rede de intrigas e falsidade que criou…

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O medo de nunca mais lembrar…

Era sua cidade natal e, mesmo que tudo tivesse mudando e muita coisa fosse diferente, ainda era sua cidade…

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Um retrato cotidiano e voltas completas…

Uma rosa gelada na multidão. Um esbarrão que inicia uma conjugação diferente em forma literária desconhecida…

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