Encontrei as peças do quebra-cabeça manchadas de tentativas. Algumas tortas para tentar se adequar, outras intocadas por terem as cores da realidade…
As mentalidades se chocam, trazem o inconsciente da flor, uma pele morena branda e nunca acostumada com a intensidade necessária da poesia…
Com os barulhos e a sensação de infinito eu pensei em você. Eu me revi ao seu lado, mesmo tudo sendo um sonho…
De um lado que não se enquadra por vontade. De uma confissão tardia que destruiu os alicerces…
Por quê? Queria apenas uma razão. Um saber. Um gosto. Um significado…
“Você sabe até quando vamos?” foi sua primeira frase da primeira manhã que acordamos juntos…
Devia ter separado uma cor nova para fazer parte desse novo capítulo. Uma nota perdida na esquina de baixo de casa fez o ponto desaparecer…
“O que você está fazendo?” seria uma pergunta solta se não fosse o alerta para se pensar melhor nas atitudes do seu dia…
Sou o último minuto do sono prometido e sou a sua última chance de dizer que ama alguém…