Author Matheus Monteiro

Descobri a razão de sempre repetir…

Como te descrever em um texto, sem ser repetitivo? Como escrever sobre você, sem usar as mesmas conotações anteriores?

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A pintura isolada em um imenso jardim…

Tentei almejar um bom lugar para avistar tudo, mas de só avistar, meus braços doeram e tive que ir para luta…

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Quando a sua mentira reapareceu…

Depois de tudo, o que ficou foi o vazio de que fiz de tudo, mas não compreendi nada de ti…

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Quando as promessas falham…

Uma porção de abraços e sorrisos melancólicos na saída do bar. Voltei para casa com o refrão certo na cabeça e a promessa que seria tudo igual…

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A solidão tem diversas faces…

“A mesa é só para um mesmo…” e a garçonete sorri como se fosse algo comum, mas ele percebe que cada vez mais não é…

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E você não irá me responder…

A mesma canção ecoa por baixo da porta fechada. A mesma melodia toma conta do quarto. Escuro, frio, caótico e que respira a mais profunda solidão…

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Despedidas não devem ser felicitadas…

Por que se despedir se a vida nunca é um ponto final e sim uma leve pausa para uma nova história? Para que se criar uma festa quando o motivo é partir para longe?

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Eu sonho que estou acordado…

Não é poesia, tão pouco algo romântico… Simplesmente beira o trágico, a angústia e até o desespero…

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E pelos próximos passos…

Nunca quis voltar no meio do caminho. Nunca quis marchar para fora de algo que não soubesse desenhar…

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