Quando a sexta chegou, ela estava um tanto ansiosa e ele carregava uma vontade enorme de vê-la…

Ela saía antes do trabalho nas sextas e ele trabalhava de casa, mesmo assim já havia feito todas as reuniões necessárias e avisou para seu chefe que pararia mais cedo aquele dia. Quando ela tocou o interfone às 16h, ele já tinha terminado tudo e a recebeu com um beijo que ela, novamente, se aninhou no seu abraço e se deixou envolver por aquela sensação que ainda não conseguia definir, mas que percebeu que havia um pouco de saudade daquele momento.

Ela pediu uma água e ele aproveitou para mostrar o apartamento – 3 cômodos divididos em menos de 40 metros quadrados – fazendo a mesma piada de sempre para que não se perdesse. Ela riu sabendo que não era a primeira a ouvir aquela piada. No final sentaram na sala e conversaram um pouco da semana e do trabalho.

“Preciso tomar um banho porque estou fedida e não quero perder meu parceiro de treino por isso…”

“Tem uma toalha verde para você no banheiro. Se precisar lavar o cabelo e tudo mais, tenho secador…”

“Você usa secador?”

“Óbvio… Todos os dias para lustrar a minha careca! Claro que não né, mas minha mãe comprou quando veio me visitar e ficou aí…”

“Ah obrigada, mas eu lavei hoje de manhã. Estou com ele fedido?”

“Nem um pouco, mas vocês geralmente têm umas ideias confusas, por isso fique à vontade.”

“hahahahaha eu sou maluca mesmo Má… Posso te chamar assim?”

“Claro. Sem problemas.”

“Vou então, Má…”

“Preparo então as caipirinhas?”

“OBA! Ele quer treinar com uma bêbada… Quais suas intenções hein??”

“Explico melhor quando você acordar na banheira de gelo…”

“Cuidado que eles já devem estar um pouco estragados…”

“Ainda valem dinheiro. Tranquilo.”

“Vou lá…”

“Tranquilo. Precisando de algo, avise…”

Ela voltou do banho apenas enrolada com a toalha em seu corpo e sentou novamente no sofá com ele. Ele não esperava aquela imagem e começaram a se beijar instantaneamente. Ela sentou em seu colo e deixou que os seus braços fossem a envolvendo. As mãos dele iam descobrindo e apalpando cada parte do seu corpo, enquanto as dela iam dançando dos lábios, peito e cintura. Ele começou a chupar seus peitos, com seus bicos endurecendo mais a cada investida dele, e gemia suavemente sentindo o tesão crescer em seu corpo. Ele a deitou ali mesmo e jogou a toalha para longe. As pernas dela se abriam ao passo que a cabeça dele ia baixando por sua barriga, virilha e até chegar no meio e chupar sua vagina como ela nunca havia sentido antes. Era forte, em um ritmo intenso, mas não rápido. Com gosto ele a sugava e se maravilhava com o sabor suave que ela tinha.

Sem segurar o prazer, ela gozou a primeira vez assustada porque nunca havia acontecido de forma tão rápida. Puxou ele para cima e sem pensar duas vezes enfiou seu pau nela. O ritmo foi forte, ela apertava suas costas e descobria ângulos diferentes do seu corpo enquanto beijava aquela boca que tinha um pouco do seu gosto e gozo. Sentindo aquele sabor melado e aquele pau entrando e saindo em uma espécie de dança, gozou novamente. Eles sorriam, mas ela tentava esconder que estava assustada com aquele tesão repentino. Foi por cima e descobriu que o pau dele era até melhor assim. Gozou mais duas ou três vezes, porque perdeu as contas durante a transa.

Ele a olhava admirando o seu corpo e sentindo cada vez que gozava e estremecia seu corpo, era um pouco complicado, mas ele se segurava porque queria desfrutar daquela visão e momento. Não tinha pressa para gozar, estava muito bem ali e queria saber o quanto ela aguentaria mais. O corpo dela era mais bonito que ele havia imaginado, seus peitos não eram pequenos e nem grandes, mas eram duros e com o bico sempre duros, mostrando um pouco do tesão que ela carregava. Suas coxas eram daquelas grossas que se podia apertar gostoso… Ela foi por cima mais alguns minutos e depois virou de 4 para ele e aí, sem poder aguentar mais, ele gozou logo depois lambuzando sua bunda. Os dois deitaram extasiados no sofá ofegantes e satisfeitos com o que havia passado.

“Caramba Má… Que foi isso hein?”

“Treino físico avançado, não?”

“Sério… Desculpa. Eu sou horrível perto de você…”

“Tú tá louca? Tu é deliciosa…”

“Não… Não… Estou longe disso”

“Larga de ser boba… Tu é muito gostosa. Não esperava você tão gostosa assim, sério.”

“E onde você aprendeu a chupar desse jeito? Meu deus…”

“Acho que nasci assim…”

“Não, pode falar que treinou muito. Sem problemas. Nunca haviam me chupado assim…”

“Ah duvido… Normal pô”

E ficaram conversando banalidades sobre o sexo que haviam recém descoberto e compartilhando histórias e causos engraçados que já haviam vivido. Ele foi arrumar as caipirinhas que haviam ignorado e decidiram saltar a parte do restaurante e pedir algo tranquilos para comer ali mesmo. Comeram uma pizza com uma garrafa de vinho no sofá e ainda sem roupa. Depois ele colocou um filme qualquer que foi ignorado pouco tempo depois para transarem novamente…

Eles dormiram cansados da semana, do sexo, da caipirinha, do vinho e de tudo mais. Os dois ignorando as mensagens do celular que Rodrigo e Marcela, intensos e sedentos, mandavam sobre os encontros que aconteceriam em menos de 24h…