Category Confissão

Quando a arte foi o gatilho…

Uma cidade largada ainda exibe sua arte. Seja uma selva de pedra ou uma vila de pedra, cada uma possui suas expressões distintas.

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Seu Jaime se foi há um ano…

É um dia silencioso. Um desses que parecem pesar mais que os outros. É um dia em que eu não devia escrever, mas é a única maneira de expor minhas aflições…

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Quando sempre nos enganamos…

E comecei uma nova revolução — quebrando os antigos pontos empoeirados e trazendo aquela energia vinda sabe-se lá de onde, para agora triunfar…

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Um sentimento nocivo e um par de outras coisas…

Escrevo, em forma de confissão, aquilo que realmente me tira o sono por não conseguir compreender…

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Quando as chances terminam…

Ela mais uma vez se cortava com os cacos espalhados no chão. Quase já não ligava para a queimação do sangue escorrendo e a dor que vinha na sequência…

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Eu te larguei para meu próprio temporal…

Depois de tanto sangue e verdade derramados entre os trilhos dessa vida, eu limpo tudo e sigo com minhas próprias feridas…

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E novamente o ciclo…

Chegamos no vinte e sete de março e o relógio da vida canta alto mais uma vez por aqui…

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8 anos de Zuropa…

É mais um ano completo de Zuropa. Mais um ciclo que termina e outro que inicia, sempre com pontos a comemorar e aprender… Leia Mais

Quando a esperança depende de uma carta…

Ela prometeu que escreveria um dia. Assim, todos os dias ele checava a caixa do correio na vã esperança de ter a carta prometida…

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