Quem a via pela rua, mal suspeitava a bagunça que se encontrava e vivia – tanto pessoal, quanto emocional…
Havia algo em seu olhar que ele não conseguia explicar. Era uma tensão palpável, talvez por conta da força da situação…
Eram marcas de uma noite que não deveria ter existido. Era mais fácil ignorar a chamada, o convite em cima da hora e o desejo intensificado pelo álcool…
Era um medo que não se palpava. Era uma constante alucinação de algo que nunca havia sido de verdade…
Os corpos dos dois se desvencilharam. A voz dela era baixa demais e ele nunca entendia se ela estava sendo superficial ou realista com a situação toda…