“Se soubesse das outras letras, teria criado mil outras histórias, finais e desilusões, mas eu parei naquela letra e nenhuma queimou meu corpo como aquele rapaz…” continuava a velha…
“Talvez eu não precisasse dele, mas precisava ver que existem pessoas ainda vivendo a mesma mágica que eu vivi e que essa espécie de brincadeira é sempre válida e gostosa…”
Foi bom ter te visto, mesmo que por uma foto estática onde você olhava para outra direção, mas que me fez relembrar nosso último encontro…
São atos sem contextos, mas que ordenam um ponto qualquer com uma sequência que define que define o que nunca se esqueceu…
Foram semanas que talvez fossem dias ou meses, pois os dias eram iguais e terrivelmente lentos e sem emoção…
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“Você tem ideia de como estamos agora e como pensávamos em estar?” era uma pergunta que ele fez, mas que não precisava de resposta…