“E o que você tem para contar?” – não deveria ser uma pergunta. Deveria ser uma obrigatoriedade. Deveria ser algo de pronto acesso, de interpretação clara e de fácil explicação…
Existiu um tempo alegre. Um tempo simples e ingênuo, que se completava apenas pela simplicidade de existir…
Abri a gaveta onde guardo as cartas que nunca te entreguei. Elas ficam ali, se aglomerando como se a repetição tivesse algum poder mágico para consertar tudo o que passou…
Depois dos 60 anos, suas noites ficavam cada vez mais curtas, seu sono cada vez mais leve e sentia os suspiros de vida se esgueirando a cada nova manhã…
Já se vão oito anos que comecei esse espaço, me perdendo em propósitos e encontrando refúgio terapêutico para concluir minhas histórias…
Talvez esse manual de instruções tenha chego muito tarde, mas acho importante que você saiba como proceder nesse espaço figurado…
Se alguém o visse caminhando por aquelas ruas, diria que ele vivia por ali. Caminhava sem dúvida, sabendo onde ia e o que buscava nos seus passos…
Há sete anos eu começava o Um Confessionário. Um blog que reacendeu uma chama que eu temia ser para sempre…
Ele era sempre o primeiro cliente daquele café. Um hábito que surgiu do nada e se enraizou na vida de todos ao redor…