Ele era sempre o primeiro cliente daquele café. Um hábito que surgiu do nada e se enraizou na vida de todos ao redor…
Agosto marca o aniversário deste blog que fala tanto e tão pouco sobre a minha pessoa e meus devaneios mais absurdos…
E eles se conheceram recitando versos das suas canções favoritas…
Era nítido que ele esperava alguém no bar porque recusou o garçom quando perguntou se iria beber alguma coisa…
Ela rolou o corpo e saltou da cama. Ainda nua, foi para a sala, pegou o seu cigarro, abriu a janela do quarto sem perguntar e ficou me olhando…
E voltei ao bar de tantos anos atrás e ali estava eu. Sozinho, com minha cerveja na frente e algumas boas recordações…
Era um medo que não se palpava. Era uma constante alucinação de algo que nunca havia sido de verdade…
Era sua cidade natal e, mesmo que tudo tivesse mudando e muita coisa fosse diferente, ainda era sua cidade…