Category Conto

Eu me irrito…

Talvez seja a frase que eu mais falei durante minha vida. “Caralho, isso me irrita…” seria o título da minha autobiografia…

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Eu ignoro pessoas…

Eu sei que é feio, mas é real. Eu ignoro pessoas e a razão é puramente matemática…

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Eu gosto do silêncio…

Mais do que o normal. Mais do que as pessoas realmente precisam. Eu preciso de silêncio e isso inclui uma solidão bem presente…

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Não dou flores…

Nunca presenteio flores e o motivo é um tanto egoísta… Elas morrem e me causa uma estranheza enorme presentear alguém com algo que morre e se vai…

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Não sigo tradições…

Pode ser algo simples, mas nunca sigo o básico das tradições. Meus dias são diferentes há anos e isso norteia muito o meu entendimento das celebrações…

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Entre presentes e lembranças…

Sabia que a porta estaria aberta. Ela só fechava quando ia dormir. Era o seu jeito de sentir a liberdade…

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Desconhecidos com afeto…

Havia algo em seu olhar que ele não conseguia explicar. Era uma tensão palpável, talvez por conta da força da situação…

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Quando a noite não devia existir…

Eram marcas de uma noite que não deveria ter existido. Era mais fácil ignorar a chamada, o convite em cima da hora e o desejo intensificado pelo álcool…

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Do peso do mundo à leveza da vida…

Foi como ela queria. Na verdade, foi como ela sempre imaginou. O convite desfeito que se transformou em um novo caminho para seguir…

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