A tensão era quase que palpável na sala. Até os que achavam loucura, haviam silenciado para pensar melhor…
A lua tomou conta da iluminação central. Estava cheia e assim tudo recebia seu brilho…
A noite foi terminar quase duas da manhã e paramos na quarta garrafa. Ela não queria que eu fosse, mas era necessário…
Era engraçado que há tempos eu tinha um encontro, mas não um telefone para saber se estava tudo certo…
Ela gostava de desenhar e de fazer sanduíches nos fins de semana. Mas acho melhor contar como soube disso tudo…
“Pronto Má! Tô livre. Quando nos vemos?” e essa foi a quinta mensagem com o mesmo teor que recebia…
Como desvendar os sinais da mulher que você sabe ser a certa e que pode escapar assim que o vento bater para novos horizontes?
Sempre fiquei surpreso com olhares e buscas de significados. Sempre fui capaz de sentir as impurezas existentes nos ambientes e nos falsos sorrisos que neles flutuam…
O que seria do mundo se não houvesse a poesia? Ele seria sem ritmo, sem sorrisos soltos, sem significado, sem cor…