Era uma noite quente de um falso inverno, mas que pronunciava algo que ele jamais esqueceria em seus próximos passos…
É o momento ideal de uma conjunção completa entre solidão e vida. É a certeza que não se está só, pois a escuridão não se completou ao redor…
Me diz uma coisa que você sempre vai lembrar de mim? Foram as primeiras palavras que ela me disse naquela manhã…
Ela se levantou e foi ao banheiro pela primeira vez. Eu fiquei ali, sozinho na mesa e avesso a tudo que estava ao redor…
De happy hour, agora era algo semanal. Do lado dele, a traição havia sido apenas um lampejo e a tentativa do retorno ao normal…
Quem a via pela rua, mal suspeitava a bagunça que se encontrava e vivia – tanto pessoal, quanto emocional…
Sabia que a porta estaria aberta. Ela só fechava quando ia dormir. Era o seu jeito de sentir a liberdade…
O início sempre é a parte que todos lembram, que remonta os acontecimentos e diálogos, mesmo sendo confusos e inaudíveis…
“Pronto Má! Tô livre. Quando nos vemos?” e essa foi a quinta mensagem com o mesmo teor que recebia…