Com um véu seco, impermeável que dança ao vento noturno…
Em uma rua pálida, uma senhora fez um gesto com sua bengala para os céus e suplicou. Suas palavras caíram na terra marginal, ecoando por entre folhas e limbo uma doce esfera de dúvida e angústia latente…
A fúria de incontáveis aumentos de tarifas é parte da explicação do porquê vivemos nessa perdição vaga, onde há apenas destruição…
Seu corpo estremeceu porque ele estava dormindo na outra ponta da cama…
Sombras e trevas mesclando com perfeição um verão intenso. Bom, ruim, certo e errado em perfeita conjectura com Júpiter transformando tudo em estrelas e luas…
Era uma fragrância que impregnava de maneira suave, como o beijo de um sonho doce que abriga nossos corações…
Não temos ideia do último adeus — de seu início, de seu meio e, muito menos, se o fizemos do jeito certo…
Havia aquela alegria que se veste de riso alto, mas, por trás dos metais, sussurrava uma angústia velha que ria com os olhos fechados…
Talvez o fim do começo esteja iniciando neste estágio de uma viagem de férias, com toques nostálgicos e frases soltas…