É como um verso popular que não tem fim. É algo que fica na mente sem pensar em sentidos e direções…
Com amor senti em minhas veias fluírem lembranças. Com saudade vi meus olhos lagrimejarem cenas antigas…
A culpa nunca foi dos sons externos, mas da insônia companheira de dúvidas e aflições…
Estou à deriva e nas profundezas da escuridão do mar onde desejamos a vida longa fora da realidade…
Poderia ser aquela simples indagação de “se todos gostassem do verde, o que seria do azul?”
É uma concha de mentiras que transborda para o inevitável fim…
E passamos tanto tempo em criar um mundo de possibilidades que esquecemos de calibrar as nossas expectativas…
A realidade é contada e ganha um livro aberto em minha cabeça com diálogos e ações…
Um mês onde as traições afloram, as discussões ganham capítulos extras e as desilusões caminham por aqui…