Traga-me o que dizer e escrever. O que poderia descrever em lira doce e poética, para que tudo fosse diferente daqui…
Pelo fim que você desenha em seu rascunho. É o fim conhecido de uma caminhada que nunca começa…
A soma da realidade nunca foi amiga confidente do seu sorriso. Nunca soube dizer o que buscava nas curvas dali…
Sempre foi um ambiente frio. Era como se o nada que estivesse ali, fosse um amigo de longa data…
Eu estou reinventando a felicidade, pois perdi esse senso em algum vento de outono de lá…
Um verbo intransitivo claro como o dia que nasce em alta velocidade por uma estrada sem nome…
Agora eu não sei que caminho percorrer. Não sei que voz devo ouvir e muito menos o que ouvir…
O sol trouxe a paz temporária depois da tormenta nervosa. Era o presságio de piores momentos, mas as janelas estavam abertas…
Pegue mais uma e embale seus goles. Caminhe pela noite quente de verão, sempre avistando novas pessoas e possíveis aventuras…