Category MelancholySickness

Como vive o ciclo da poesia…

A madrugada esconde as cores dos olhos comuns, mas o romântico enxerga sua beleza completa e inspira-se de uma aquarela indefinida…

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Se foi como o sabor dos dedos…

Foi sem querer e teve malícia, foi um olhar e teve razão, foi uma brincadeira sem verdade, foi algo simples sem redenção…

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Luzes vermelhas piscando…

Alertas perdidos na saída da cidade. Sirenes que silenciam pensamentos e sonhos. Palavras perdidas em um muro quebrado por derrotas impensáveis…

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Correndo para esperar o sol…

Tente encontrar uma saída de suas aflições. Tente expulsar qualquer presunção sarcástica de uma tarde ensolarada…
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Contando perdões e pedidos…

Eu quero ser tudo aquilo que você nunca sonhou, pois não tinha como saber que a loucura atual chegaria aos seus pés…
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Vão-se as imagens, fica a mensagem…

Carreguei minhas poesias por estradas desertas e o sol escaldava suas explosões em meus olhos…
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Sons de uma estrofe qualquer…

Um gole a mais, outra partida a menos. Um gole a mais, outra desilusão à mesa. Um gole a mais, outra situação inexplicável…

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Um sonho louco de realidade…

Não busque pela minha foto manchada de incertezas e frases prontas. Não queira se guiar por um sorriso tão desfigurado e sem nome…

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Ninguém vai lembrar essa descrição…

É escuro, frio, implacável e solitário. É pequeno, úmido, triste e distinto. É morte, o fim, a prova final e o longo adeus…

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