Category MelancholySickness

De um lugar que nunca para…

O sorriso sincero contagia um substantivo fazendo-o verbo. De ação ou emoção, um verbo transcrito…

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Cuidando de roseiras e não baobás…

São pétalas de esperança, de um toque adocicado e tato de veludo. São pétalas que nascem com brilho e se vão com a certeza do infinito…

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Sobre o frio que aprisiona…

O frio aprisiona. Faz lembrar um tempo de liberdade palpável, brinca com as não possibilidades, enquanto apenas te lembra de que você não pode sair…

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Seu toque me venceu…

Foi algo congelado por detritos pequenos. Um toque inesperado depois de um sonho acordado. Foi um pingo de realidade no meio de tantos devaneios…

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Como vive o ciclo da poesia…

A madrugada esconde as cores dos olhos comuns, mas o romântico enxerga sua beleza completa e inspira-se de uma aquarela indefinida…

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Se foi como o sabor dos dedos…

Foi sem querer e teve malícia, foi um olhar e teve razão, foi uma brincadeira sem verdade, foi algo simples sem redenção…

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Luzes vermelhas piscando…

Alertas perdidos na saída da cidade. Sirenes que silenciam pensamentos e sonhos. Palavras perdidas em um muro quebrado por derrotas impensáveis…

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Correndo para esperar o sol…

Tente encontrar uma saída de suas aflições. Tente expulsar qualquer presunção sarcástica de uma tarde ensolarada…
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Contando perdões e pedidos…

Eu quero ser tudo aquilo que você nunca sonhou, pois não tinha como saber que a loucura atual chegaria aos seus pés…
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