Trapos e cacos de um caminho perdido se juntam no chão empoeirado. Tudo que podia lembrar você abstrai-se como a chuva repentina…

Caem gotas silenciosas neste carrossel visionário. O álcool, que era para regar uma alegria, tomou conta do sangue e desenhou em minhas veias um pequeno abismo infinito. Um ponto verde, abaixo da língua adormecida, reluta os fatos jogados na praia de pedras. Rastejo para algo concreto neste oásis e vejo apenas um livro despedaçado. Logo me aprumo e vejo que ele conta uma história conhecida e surreal, divertida e piegas, com alguns personagens domesticados por todos. Seu primeiro capítulo, em letras miúdas que cobrem toda a extensão da página, sugere o início: O Túnel da Solidão…