Ele sempre quis fugir ou sumir do mundo. Era um dos seus principais pensamentos e vontades…
Ele já havia percorrido todos os pontos que conhecia da vida e do mundo. Seguramente que não havia visto de tudo, mas o que já estava em sua lista o bastava. Desse todo, o desejo de sumir aumentava a cada reviravolta sem planejamento. O cansaço lhe tirava as energias e cada frustração desnecessária, parecia pesar como uma tonelada a mais em seus ombros…
Queria sumir para que tudo conhecido se transformasse em cinza e ele pudesse ver o vento varrer, sem dó ou rancor, para o invisível do mundo.
Era assim que ele passava seus dias – cambaleando entre um trago e outro de incertezas e frustrações como refeição principal, sem sobremesa ou uma boa dose de sono reparador de toda essa depressão feroz…
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