Você se lembra como éramos jovens e tudo se encaixava perfeitamente como música? Ou até mesmo como o sol parecia nunca parar de brilhar, mesmo com a chuva companheira…

Como as promessas eram feitas, esquecidas e lembradas quando cumpridas? Lembra como era o valor da risada da manhã e os planos rarefeitos das tardes? Por onde andam as pessoas que são nomes borrados na lembrança? Como estará o seu primeiro amor?

Onde será que estão guardados todos aqueles momentos, cartas dramáticas, poemas incompletos, beijos roubados, juras para a eternidade, noites embriagadas e inocência desvariada?

Qual caminho pegamos ou qual botão apertamos para tudo se perder tão rápido? Onde erramos para tudo ter virado pó esquecido e perdido embaixo de algum lugar que não conhecemos? Quando será que iremos rever tudo para ver se valeu a pena?

Será que revendo tudo, mudaremos algo ou apenas deixaremos as lágrimas responderem o que as palavras não conseguem explicar? Será que esse dia chegará?