Confissões Roubadas de Vidas Perdidas pode se autointitular como o primeiro livro do Um Confessionário. Entre seus capítulos, encontramos a já conhecida mescla que guia o blog desde 2015: histórias reais entrelaçadas com fantasias, compartilhando caminhos — e sem saber qual rumo ou final desejado.

Neste livro, mergulhamos na vida real, com as angústias da solidão, as desilusões que nos trouxeram até aqui, os relacionamentos temporários, as más escolhas, uma boa dose da ironia que a vida reserva e o sabor amargo das decisões que tomamos — e que fazem a vida ser como ela é.

Acompanhamos Clara e Matheus nessa história que diz tanto sobre o cotidiano, que os nomes se tornam apenas descrições frágeis — poderia ser o seu próprio nome guiando os capítulos e as situações vividas. Como o próprio título sugere, são confissões de vidas que se perderam em um passado que não volta mais, mas que se repete, de tempos em tempos, no nosso presente. Mesmo mudando de cidade, de país ou de sotaque, essas situações ironicamente continuam presentes em nossas vidas — e fazem parte da realidade que, muitas vezes, insistimos em dizer que será diferente…