Pode ser algo simples, mas nunca sigo o básico das tradições. Meus dias são diferentes há anos e isso norteia muito o meu entendimento das celebrações…
Meus dias celebrados sempre foram diferentes. Creio que nunca (ou 1 ou 2 vezes apenas) esperei a 0h da noite de natal. Os presentes eram trocados antes, a ceia era mais cedo e se fiquei acordado depois da 0h00 do “24 para o 25 de dezembro” era aproveitando o presente em si e não por obrigação. Depois isso foi se expandindo para os dias em geral (Dia das mães, dos pais, etc.). Por morarmos em cidades diferentes (Santos x Paulínia x Serra Negra), sempre havia o problema logístico e de trânsito. A solução era trazer o “tradicional almoço do domingo” para o sábado. Além do ensinamento de que “Dia das mães é todo dia”, eu fico bem assustado com a enxurrada de postagem nesse dia nas redes sociais. 364 dias sem foto alguma do parente, mas no domingo é o momento certo para textão e frases de efeito…
Enfim, dado esse início, fica mais fácil entender a razão de eu não comemorar nada tradicional. Não entendo a razão de haver 1 dia apenas especial para algo. Se é algo muito importante e que te faz feliz, por que não o celebrar ou comemorá-lo sempre? Se a data te faz se sentir mais emotivo ou te lembra alguém que já não está mais por aqui, por que não eliminar essa relação “triste” e recriar essa relação de forma “aleatória e alegre”?
Pode ser sim um algo meio racional demais, mas tudo me soa um tanto falso e aproveitador nessas celebrações. Todas as coisas mais caras e com um excesso que machuca a minha razão. Então eu prefiro deixar para lá e celebrar de outra maneira mais intensa, real, sincera e proveitosa…
Mas agora você já sabe, não me espere para celebrar a tradição mais importante ao seu lado 🙂
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