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De hábitos e hálitos…

A cidade acorda com hálito de fritura fria e silêncio suado. O sol espreita os cantos como quem não quer ver, mas vê — o papel engordurado de um pecado carnal que antes ousávamos esconder mais…

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De caules enrijecidos de desilusões…

Era uma rosa — mas não daquelas que se oferecem nos buquês chiques das grifes de estandarte. Era uma rosa espelhada, feita de reflexos partidos e vontades caladas…

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Quando o silêncio retoma a guia…

Não restou ninguém. Apenas o tilintar da memória arrastando correntes no chão molhado da minha mente…

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Seu Jaime se foi há um ano…

É um dia silencioso. Um desses que parecem pesar mais que os outros. É um dia em que eu não devia escrever, mas é a única maneira de expor minhas aflições…

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Ciclos caindo de uma tarde dominical…

A vida é um jogo, onde somos peças fundamentadas no tão famoso ganha x perde…

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O cheiro fez com que perdesse o espetáculo…

Eu me sinto arrependido, acuado, insignificante e indiferente. Triste, amedrontado, envergonhado e prisioneiro…

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Quando encontramos o ponto certo…

Eu me sinto arrependido, acuado, insignificante e indiferente. Triste, amedrontado, envergonhado e prisioneiro…

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E quando construímos errado…

São vidas que dizemos perfeitas. Cheias de vitórias, glamour e conquistas. Mas foram construídas justo antes de a maré encher — e a natureza sempre é implacável…

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Entre a normalidade de promessas…

Joguei os predicados na mala e os fiz pesar com velhas desilusões baratas…

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