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Por corda entendemos a força…

Ele continuaria a marcar horas a fio pelas décadas seguintes. Não se cansaria, e atrasaria menos do que o esperado…

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A verdade crua que não aparece…

A casa estava prestes a desmoronar. A fundação parecia firme, mas o que a sustentava de verdade estava podre havia muito tempo…

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O que restava daquela negação…

Havia um papel amassado no canto da gaveta. Ele não estava jogado, mas guardado com o descuido proposital de quem queria lembrar…

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De quando não existe definição…

Era mais um desses casais adolescentes que acreditavam já conhecer o mundo, sem nunca ter saído dos primeiros capítulos…

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É tanta coisa que parece demais…

É como o cheiro que se propaga sem ao menos ser convidado à festa. É a dádiva de um mínimo esforço que se consagra campeão por antecipação…

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Quando o orvalho encontra o vespertino…

O orvalho parecia não ter pressa naquela manhã curvada, sacudindo-se e passando de borda a borda sem hesitar, permanecendo sem evaporar…

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É aqui onde nós começamos a perder…

O sangue cobre todo o construído de imagens, poesias, canções e nossos predicados…

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Sentindo saudades de algo que não dá para explicar…

De longe, existe um silêncio canalizado de passos apressados. Em meus olhos, um menear de cabeça afirmando o propósito e os braços do rouxinol confirmando o perfume…

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E depois de tudo…

Foram frases jogadas em uma ajuda melancólica. Uma investida de lembranças, mas pareciam lágrimas com sorrisos…

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