Me ensina a ser como você quer, me ensina a me perder de uma razão para fazer tais coisas desfeitas…
Desligo o telefone que cisma em gritar palavras que eu deveria esquecer ou simplesmente desaparecer dessa estrada que chamo de vida…
Já desisti de lutas que me garantiriam histórias fantásticas e glórias quase eternas. Já me despedi sem querer e também deixei respostas engasgadas que consumiram minha energia…
Ainda busco um lugar que o sol brilhe no ritmo necessário. Onde reencontre o brilho do meu sorriso perdido…
E quando alguém te toca mais profundamente que qualquer antigo amor jamais tocou?
Pétalas ao vento de almaço. Ferro ardente polar. Simplificando o complexo de mitos transcendentais. Forçando o coração a abraçar o impalpável…
Sou de outros tempos e de outras ideias. O tempo passou e eu perdi o embalo dos mesmos de antes…
Ficou paralisado ao desejar um final feliz para o estranho passageiro do lado. Quis meditar sobre as possíveis razões das estradas de vida…
E deixei seus braços de veneno para que meus inimigos enxergassem toda a beleza emanada…