São fragrâncias perdidas de uma estrofe. São predicados perdidos com os ocultos lunares…
A inspiração me vinha com suas frases feitas, com o seu cenário convidativo, com sua melancolia postada e eu deixei passar…
Ela murmurava uma canção enquanto descia pela ladeira. Um ritmo único e mesclado entre o caminhar e as notas mais altas…
Os dedos antes sempre acostumados a ver a beleza na incerteza e na neblina que paira sobre a vida, se perderam sobre as decisões não tomadas…
Ele guarda o lugar da frente com a esperança que seja ocupado rapidamente. Ele carrega um sorriso fácil e sempre uma palavra leve nos lábios…
O eco distorcido navega pelas paredes e chicoteia pelo pequeno cômodo que fiquei…
As mentalidades se chocam, trazem o inconsciente da flor, uma pele morena branda e nunca acostumada com a intensidade necessária da poesia…
Com os barulhos e a sensação de infinito eu pensei em você. Eu me revi ao seu lado, mesmo tudo sendo um sonho…
De um lado que não se enquadra por vontade. De uma confissão tardia que destruiu os alicerces…