Um veneno destilado em mensagens que se perdem pelo ar. Um novo começo que incomoda pelo final trágico que foi anunciado…
Um jeito novo de contar, uma maneira nova de sorrir, uma velha escola e um novo começo. O pontapé de algo que não teve sinal para iniciar…
Seria minha melhor máscara. Pintada de um momento único, translucido e neutro. Sem vestígio da sua presença nos meus passos anteriores.
Os tempos estão mudando, com o sol se escondendo na vergonha, a lua com uma timidez acentuada e os ventos gelados no verão…
São frases distintas perambulantes. São retratos de um passado presente. São marcas deixadas pelas curvas do rio…
Um céu outrora branco e listrado de promessa se pôs a lamentar-se. Correu-se por veias divinas cheio de lamentação e confuso de sol e chuva. Hipotermia barata do amor, com lágrimas secas de uma pétala cor de violeta…
Está escondido na magia de correr, de mãos dadas, para não perder a partida atrasada…
Dor engraçada que se aplica na poesia descarada. Uma frase curta para se dar a intensidade da rima. Do ritmo dessa canção que nem se entende…
Toda dor é um sinônimo fraco para um antônimo forte. Toda dor é calculada, fria e onipresente. Ela está ali, sempre ali…