Hipnotizado pelo brilho de uma nova constelação em um céu inexistente…
Só abra esse envelope quando estiver prestes a dar seu último suspiro. Apenas quando sentir que seus olhos não sabem de mais nada…
Era um medo que não se palpava. Era uma constante alucinação de algo que nunca havia sido de verdade…
Sem querer a foto ficou poética. Com a cerveja que abriu o sorriso e o sol se mostrando uma coroa em seu corpo escultural…
Com uma marca que nunca mais sairá do corpo eu sigo meu calabouço mental por tua culpa…
A dúvida pairou pelo ar gélido da manhã desconhecida. Era como se fosse um convite sem defesa…
Eu ainda esperava que o interfone fosse tocar e sua voz mandasse abrir todas as portas por aqui…
Nessa mesma data no passado tudo era tão diferente. Era um outro tempo que a normalidade feliz ecoava em outras paredes…
Encontrei as velhas lembranças, escritas nos amorosos anos passados. Lembranças que brindavam o platônico e a descoberta do mundo da liberdade…