E assim vemos as luzes piscando em fachadas e vitrines, como se cada lâmpada fosse a promessa de alegria que falta no nosso cardápio…
Seu corpo estremeceu porque ele estava dormindo na outra ponta da cama…
O crochê era sua atividade predileta, estava em sua vida havia quatro gerações – daquelas coisas que passam da bisavó para a avó, para a mãe, até chegar nela…
O seu sorriso de dia, com os olhos brilhantes e passos seguros na direção certa, mostrava um homem convicto e firme de seu mundo…
Ela chegou do trabalho mais cedo do que o habitual. Não havia um sorriso em seu rosto, mas alguma pequena chama de esperança em seu olhar…
Se fosse escrever sobre como se apaixonou, começaria errado. Se fosse falar como terminou, terminaria errado…
Às vezes lembro do nosso último beijo. Não sabíamos que este seria o beijo que selaria nosso fim de uma maneira tão comum ou desavisada…
Sombras e trevas mesclando com perfeição um verão intenso. Bom, ruim, certo e errado em perfeita conjectura com Júpiter transformando tudo em estrelas e luas…
Algumas noites seu perfume vem me relembrar de tudo o que passamos…