Era uma canção triste a menos na vida daquele perdido. Era uma estrofe pesada que deslanchava para um abismo eterno…
Cacos de uma mentira resplandecente numa aurora barrada por inúmeras janelas abertas…
Ela pintava seus lábios sempre com a cor forte do pecado e sorria por pensar qual pecado ela iria cometer na solidão…
Lá fora vem uma tarde furiosa rompendo a luz do sol e correndo contra o seu próprio tempo…
É como um outono doce que baila por ruas desertas com suas folhas caídas e derrotadas pelo tempo…
Começaria falando das influências que me fazem gente: amigos, bebidas, músicas além, poesia, romantismo, felicidade, saudades, sonhos e por aí conta-se mais de 1000 coisinhas…
De uma noite regada ao álcool surgiu a ideia perfeita de poesia…
A melodia caminhava rapidamente para o refrão de alegria que subitamente trazia a vitória de um sonho realizado…
Ganhei um ranço de gente. Um ranço que me tirou o prazer de conversar ou me relacionar com quem não tem nada a ver com minha vida atual…