Eu ainda prendo a respiração e sinto aquele calafrio que sentia ao te ver chegar…
Seus olhos brilham como se fossem um abismo. Seu sorriso preenche o ar que me aquece, que me faz transpirar, que me faz viver…
A insônia e a angústia por respostas sempre me fizeram refém do álcool…
A chuva caía no fim de tarde e pintava toda a cena bucólica demais para o enredo existente…
Era um emaranhando de arte indefinidas por estilos conhecidos. Era um caminho completo, mas sem um mapa detalhado…
Relembrando bênçãos perdidas em uma desilusão passada. Realimentando a alma com os resquícios de algo que era a última rotina feliz…
É um silêncio quebrado por uma moto que passa sempre no mesmo horário…
Ainda não consigo desassociar esse dia de você. E impressionante como ainda lembro novos detalhes…
Acordei de repente em um salto de aflição. Mesmo não lembrando, isso sempre acontece quando sonho contigo…