Conte uma mentira, conte o que quiser. Quantos se vão depois da primeira dose e quantos ficam para juntar os cacos de mais uma overdose…
Não consigo desfazer o passado latente que perambula em meus passos como se fossem futuras linhas das minhas decisões…
E ela adormeceu. Agora ela sonha com os brilhos de uma constelação. Ela tem seu brilho forte, depois de carregar em sua bolsa as histórias do seu lugar…
Não me importei com o horário, lugar ou situação…
Era a terceira vez na mesma semana que ele fazia o mesmo pedido naquele fast-food. Sorriu ao ver que o ticket não foi impresso, mas seu pedido já estava presente no visor de atendimento…
Como poderia me arrancar dessa rotina, dessa rua barulhenta e desses sonhos estúpidos que em vão tento fazer dar certo…
Como uma coleção de ditos que já ditaram meus passos e muitos caminhos perdidos naquela época que muito se dizia, mas pouco entendia…
Seu nome era como o refrão daquela canção que poucos conheciam e muitos gostavam…
Ela acendeu as luzes no piscar dos olhos matinais. Ela preencheu o ambiente com um perfume tão natural quanto exótico. Ela quis saber seu nome, apenas para admirar a pronuncia…