Eu dei por mim no momento da abertura de porta. Parecia algo que nunca havia sonhado – uma mão entrelaçada, um sorriso postado e uma vontade enorme de ser feliz…
Já estava sendo o habitual desse novo mundo, onde tudo acontece de maneiras, intensidades e velocidades diferentes dos habituais…
Os corpos dos dois se desvencilharam. A voz dela era baixa demais e ele nunca entendia se ela estava sendo superficial ou realista com a situação toda…
Eu estava bem naquela época. Estranhamente bem e até resolvido sentimentalmente. Há quase dois meses estava saindo com a mesma pessoa e estávamos “vencendo” as etapas e consolidando o nosso relacionamento…
Havia escurecido há pouco tempo, estávamos enrolados no sofá exaustos e com o filme novamente ignorado…
Você sorria de uma maneira distante. Eu tinha certeza que isso aconteceria depois de conhecer esse mundo aqui…
“Você sabe até quando ficamos juntos?” foi sua primeira frase da primeira manhã que acordamos juntos…
Era um medo que não se palpava. Era uma constante alucinação de algo que nunca havia sido de verdade…
Usei o Tinder por algum tempo. Se somar as idas e vindas daria uns dois anos…