Folheio as páginas despedaçadas pelas lágrimas, pelos gritos e pela tristeza de um coração que tentava mostrar vida…
A voz que sai da caixa já é desconhecida para mim. O ritmo se foi, o jeito de cantar e encantar está adormecida em algum lugar da minha vida passada…
E era junho, em uma sexta-feira tão atípica que eu te conheci e não sabia que tinha encontrado mais que isso…
Eu tenho quebrado promessas no escuro e assim transformei todo o meu entorno no caos incontrolável…
Era um tempo de solidão extrema e aflições diferentes a cada noite que virava a mesma esquina com sonhos diferentes no hálito pesado…
Chorou seus últimos suspiros, seu último fito, sua última gota branca de esperança, seu último pulo em busca da solução…
E foi assim que as velas se apagaram com o vento, a mágica foi desfeita e talvez uma ponta de verdade apareceu…
Nos perdemos com tantas combinações existentes, que fica difícil dizer qual foi o início dessa sequência…
E de repente já escureceu e todos os planos listados continuam intactos e apodrecendo na espera…