Quem a via pela rua, mal suspeitava a bagunça que se encontrava e vivia – tanto pessoal, quanto emocional…
E é quase impossível escrever, explicar e pontuar momentos difíceis que convivemos com essa distância de quem sempre amamos…
Desligo o telefone que cisma em gritar palavras que eu deveria esquecer ou simplesmente desaparecer dessa estrada que chamo de vida…
Já desisti de lutas que me garantiriam histórias fantásticas e glórias quase eternas. Já me despedi sem querer e também deixei respostas engasgadas que consumiram minha energia…
Ainda busco um lugar que o sol brilhe no ritmo necessário. Onde reencontre o brilho do meu sorriso perdido…
E quando alguém te toca mais profundamente que qualquer antigo amor jamais tocou?
Hoje completo oito anos sem sua presença. Sua simples presença que completava minha vida e alegrava todos os meus dias…
Pétalas ao vento de almaço. Ferro ardente polar. Simplificando o complexo de mitos transcendentais. Forçando o coração a abraçar o impalpável…
Ele chegou ao bar pouco antes do horário combinado e pediu uma água para tentar disfarçar o nervosismo que transbordava em seu rosto…