A tensão era quase que palpável na sala. Até os que achavam loucura, haviam silenciado para pensar melhor…
A lua tomou conta da iluminação central. Estava cheia e assim tudo recebia seu brilho…
A noite foi terminar quase duas da manhã e paramos na quarta garrafa. Ela não queria que eu fosse, mas era necessário…
Era engraçado que há tempos eu tinha um encontro, mas não um telefone para saber se estava tudo certo…
“Você sabe até quando vamos?” foi sua primeira frase da primeira manhã que acordamos juntos…
“Você tem ideia de como estamos agora e como pensávamos em estar?” era uma pergunta que ele fez, mas que não precisava de resposta…