O reflexo do seu rosto no vidro da loja de bebida evidenciava toda uma teia de acontecimentos anteriores…
Era um fim de tarde como outro qualquer naquela cidade. As pessoas saiam e entravam dos bares, gerando um ritmo contínuo e carregado, mas nem sempre engraçado…
São atos sem contextos, mas que ordenam um ponto qualquer com uma sequência que define que define o que nunca se esqueceu…
“Você tem ideia de como estamos agora e como pensávamos em estar?” era uma pergunta que ele fez, mas que não precisava de resposta…