Trancou a porta do apartamento e desligou o celular. Ele precisava do silêncio para recarregar suas energias e reencontrar seu caminho…
Era a terceira vez na mesma semana que ele fazia o mesmo pedido naquele fast-food. Sorriu ao ver que o ticket não foi impresso, mas seu pedido já estava presente no visor de atendimento…
Era um medo que não se palpava. Era uma constante alucinação de algo que nunca havia sido de verdade…
“A mesa é só para um mesmo…” e a garçonete sorri como se fosse algo comum, mas ele percebe que cada vez mais não é…