Talvez fosse melhor falar “O louco que de louco nada tem”, porque conhecemos muitos lobos solitários em nossa vida. Talvez na rua que você more, tenha um ou dois desse “exemplar”…
Eu tentei descentralizar os principais da Histórias da Rua da Ladeira, tornando cada parte única e independente, porque acreditava que cada um tem suas próprias ladeiras em vida. Porém, haviam duas pessoas que para mim eram o norte daquela trama, por sua dinâmica e tensões causadas na rua – Era o Casal.
Toda história sempre começa com uma pequena, quase minúscula, faísca que te traz toda a ideia, cenário, personagens e trama. A Rua da Ladeira jamais escaparia dessa fórmula tão manjada e conhecida…
Eu a perdi porque ela chorou copiosamente e eu não tinha como desfazer todo o embaraço que havia construído minha história fracassada…
Ele encheu o copo com mais gelo, justo na semana que tinha prometido não beber para se recuperar…
No lugar da calmaria repentina, acusações e mentiras tóxicas que explodiram tarde demais…
Era a primeira vez em mais de uma década que ela voltava naquele bar. A atmosfera parecia ter mudado, mas tudo seguia do mesmo jeito de antes…
Era tratado como menos uma ilusão na vida. Entre tantas que já se somavam, aquela era lembrada em especial…
Ela decidiu se fechar para o mundo e se curar de uma maneira perigosa, mas que surtiu um efeito não esperado…