Ele sabia que era uma atitude desesperada, mas havia algo naquele momento singular que pedia uma ação diferenciada…
Ele terminou seu copo e tentava pedir desculpas com os movimentos e braços. O silêncio agora era algo nocivo…
A tensão era quase que palpável na sala. Até os que achavam loucura, haviam silenciado para pensar melhor…
A lua tomou conta da iluminação central. Estava cheia e assim tudo recebia seu brilho…
A noite foi terminar quase duas da manhã e paramos na quarta garrafa. Ela não queria que eu fosse, mas era necessário…
Era engraçado que há tempos eu tinha um encontro, mas não um telefone para saber se estava tudo certo…
Parte da minha nova rotina era passar aos fins de semana na Rua da Ladeira para sentir seu ritmo e me embriagar pelo seu cheiro e charme…