Toda história sempre começa com uma pequena, quase minúscula, faísca que te traz toda a ideia, cenário, personagens e trama. A Rua da Ladeira jamais escaparia dessa fórmula tão manjada e conhecida…
É parte da vida. É o momento que não ansiamos. É o final novamente, quando a gente apenas queria mais dias assim…
Nunca sabemos quando será o último momento com os nossos e é essa a pior das incertezas quando pegamos um avião e voltamos para nossa vida…
Vejo com olhos de criança o dia passar sem lápides. Vejo o sol entrando no quarto sem força cortante…
Abri a janela e o coração. O sol inundou o quarto, o coração inundou minha alma…
A poesia deu a partida no carro e seguiu seu caminho desconhecido por entre todas as possibilidades existentes…
É hora de realizar o balanço do ano e reviver memórias, as inúmeras reviravoltas e também as tristezas causadas nos últimos 12 meses…
É uma mudança drástica, esperada, mas ainda assim dolorosa em todos os seus sentidos. É o primeiro natal sem meu pai aqui…
Mesmo quando o início parece cena de filme, a trama ganha caminhos tortuosos e cedo ou tarde, acabamos voltando às nossas origens, orgulhos e medos…