O ar gélido congela a face fechada de alegria e agoniza na falta de lembranças…
Um inferno astral que não relaxa até o último suspiro. Um giro solitário de um lobo fora de controle…
Sabia que a porta estaria aberta. Ela só fechava quando ia dormir. Era o seu jeito de sentir a liberdade…
Era a lembrança do pecado volátil. O escape perfeito de uma tarde ensolarada com o beijo roubado na dobra da esquina…
Era uma estrada complicada demais para descrever e atravessar. As marcas marcavam profundamente durante um tempo maior que o normal…
É uma volta sem razão. Um pedido de perdão. Uma folha solta a mais e a conclusiva contestação…
Era evidente que um dia aconteceria. Era certo que nos viríamos e trocaríamos palavras fulas na noite…
Eu devo ter sonhado com Deus em uma conversa franca e leve, como amigos de longa data e sem limites…
De uma noite regada ao álcool surgiu a ideia perfeita de poesia…