Você me disse que estava apaixonada e era para sempre, mesmo não sabendo explicar o que isso significava…
Os cheiros das conversas regadas pela cerveja e sol escaldante, com o abrigo das poucas árvores que guardam sorrisos…
O sol trouxe a paz temporária depois da tormenta nervosa. Era o presságio de piores momentos, mas as janelas estavam abertas…
A placa dizia para tomar os cuidados extras antes de iniciar o desenho deste novo normal…
Construímos nossas lembranças nas canções que acabavam cedo demais…
Pegue mais uma e embale seus goles. Caminhe pela noite quente de verão, sempre avistando novas pessoas e possíveis aventuras…
Um vento me puxa para o lado escuro e precisa de angústia para descrição. Há outro vento quente, ameno e reconfortante…
E voltei ao bar de tantos anos atrás e ali estava eu. Sozinho, com minha cerveja na frente e algumas boas recordações…
Vivendo pelos pertences jogados na estrada do viver, as migalhas de sentimentos são os alimentos…