Dizem que a quebra de um hábito começa quando refazemos nossa rotina e perdemos a lembrança de antes…
E se você fosse o antônimo de todas as minhas palavras ditas?
Sempre fui do mundo. Sempre em movimento. E por mais mudanças que existam, eu sei que vou sentir falta de onde eu já vivi…
Deste rabisco sem início surge uma nova epopeia. Das letras tensas e tremidas é composta uma nova canção…
Alvos prediletos. Rabiscos ilegíveis. Tela negra de solidão. Tear emaranhado. Pesadelo frio. Copo médio. Líquido incolor. Cheiros…
Essa história aconteceu em um Uber em Lisboa, mas serve para nos perguntarmos certas coisas…
“Pronto Má! Tô livre. Quando nos vemos?” e essa foi a quinta mensagem com o mesmo teor que recebia…
Ela percorria os lábios como se buscasse as sílabas faltantes do seu soneto de súplica…