A dúvida pairou pelo ar gélido da manhã desconhecida. Era como se fosse um convite sem defesa…
É complicado escrever sobre um beijo que se espera, um abraço que se sonha, um sorriso que se guarda…
O perfume percorre o ambiente, impregna as mãos e guias meus sonhos…
De repente é rápido demais. De repente nada acontece. As horas voam como um avião e de repente tudo estaciona para sempre.
Era novembro e a brisa gelada se apoderou das suas entranhas poéticas…
Muitos me perguntam, depois de tantos lamentos, o porque de me aventurar em um completo desconhecido…
Quando nada mais fizer sentido, é assim que quero minha vida. Fácil de transportar e nem tão leve para me sacrificar…
Eu deveria ter dito que te amava. Talvez isso explicasse meus medos, minha forma de encarar o jeito simples e direto com que você tomou minha vida…